Kingdom 3: Rising Realms
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A terceira parte começa com uma catástrofe. O mundo está dividido, os edifícios se tornaram ruínas, as terras estão desertas e os habitantes se dispersaram por ilhas, sobre as quais se erguem antigos monumentos. O jogador é um Monarca, que usa a Coroa da Criação: ela dá o poder de invocar forças das lendas e, na verdade, serve como um instrumento para restaurar o que foi destruído.
As ilhas aqui são geradas proceduralmente, e nelas você deve procurar criaturas míticas e artefatos poderosos. É necessário reunir sob sua proteção não apenas súditos comuns, mas também a Elite — grupos de especialistas que podem ser melhorados, cada um dos quais abre novas possibilidades para o reino.
A estratégia também aumentou. Antes de partir, o monarca escolhe seu equipamento e traça o curso para a ilha que deseja explorar, ou seja, é possível se preparar para o desconhecido com antecedência. Mas a principal ameaça mudou de forma mais séria: a Avareza, que deixa a corrupção em seu rastro, pela primeira vez teve um líder — o rei da Avareza, que se tornará o principal oponente na luta pela recuperação das terras perdidas.